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Fronteiras e Horizontes

Fiz esse blog para ir longe, até onde os olhos e o entendimento alcançam, porque as palavras ampliam os horizontes, e atravessam fronteiras quando fazem sentido. Você pode gostar ou não, mas o ideal seria comentar. Beijos!

Fronteiras e Horizontes

Fiz esse blog para ir longe, até onde os olhos e o entendimento alcançam, porque as palavras ampliam os horizontes, e atravessam fronteiras quando fazem sentido. Você pode gostar ou não, mas o ideal seria comentar. Beijos!

27
Out18

MESMA FOZ/Anne Mahin

Guerreira Xue

Boas pessoal! Tenho andado meio ausente por conta do meu livro novo. Mas sempre que posso venho ler e escrever aqui.
E mesmo andando para lá e cá, não deixo de carregar a tira-colo o meu companheiro de sempre, o senhor livro.


 



MESMA FOZ


Nasci assim de improviso, sem querer
Vim por acaso.Fui parto obrigado,
sem desejo de viver.
Mas, por tristeza, eu vivi,
porque tristeza é coisa que pega e não larga.
E cresci...
Como crescem, depois da chuva, as ramas.
Sem cuidado,sem poda.
fui alcançando pasto, riacho e monte.
Porém nunca fui além da porteira do meu horizonte.
Não que não tivesse desejo,
entretanto me contento com o que vejo,
nessa miudeza da minha cerca de arame,
pois a vida me fez raiz nesse chão.
E se marcho é para entalhar os calos da mãos,
com o cabo da enxada
pra deixar a cara marcada,
por desgostos e pelo sol.
Mas não reclamo do meu lombo cansado,
ansioso pelo abraço
da cama velha e do roto lençol.
Sou mesmo mato sem capina,
solo estriado,terra sem adubo,
panela de pouca comida,
que segue em escassez de tudo,
principalmente do aprender.
Não me ensinaram o caminho da escola.
Logo perguntaram;
_ Você quer se letrar pra que?
Desperdiçar as horas em leitura
e se afastar da labuta para escrever?
Ora, aprenda com a chuva e com o vento,
pastoreie, pois o seu pensamento
e o mantenha no devido lugar.
Você é erva do campo
e assim é tanto fez, tanto faz.
Não ouse, não pense, não tente
achar que de alguma coisa é capaz.
Aconselho a roçar sua vontade,
a tanger sua intenção.
Seu destino não pede felicidade,
Muito menos algum grau de instrução.
E, então, sem saber das letras ou das artes,
permaneci inculto grão.
Todavia eu nem me importo, confesso.
Descobri que mais vale
Ceifar a maldade e a arrogância
e do ódio manter distância.
Foi o que aprendi no cultivo do coração,
na colheita da vida,
fazendo a humana semeadura.
Ainda que o mundo esteja pelo avesso
e que me roubem o que mereço,
não me troco pelo distinto doutor
que cospe escarnio para desfazer
e zombar de nós.
Ah! Tudo chega ao mesmo fim.
Somos água de um único rio
que desemboca numa mesma foz.
Anne Mahin
do livro Asas do Silêncio poemas e prosa poética
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27
Out18

NASCE UMA ACADEMIA DE LETRAS

Guerreira Xue

Boas pessoal! É com grande satisfação que comunico a meus digníssimos leitores, que fui convidada para participar de uma academia de letras, a ALC ( Academia de Letras Contemporânea). Está é nova e está se criando, e vai crescer, como tudo que a gente planta. E olha que sozinho ninguém chega a lado algum. Muito grata aos amigos escritores que acreditam! É isso ai! Um beijo para todos (as).


ALC.jpg


 

18
Out18

ECOS DO SILÊNCIO

Guerreira Xue

"Algumas pessoas ganham tanta repercução na vida que, mesmo desaparecendo, ficam. Outras parecem nunca terem existido."




- Morreu esta madrugada, o residente do chalé 15 Joana.
- Eu soube assim que cheguei. O que foi desta vez?
Sorvendo seu café da manha, as enfermeiras trocam informações de rotina.
-Coração, foi o que disse o atestado de óbito.
Joana acabava de chegar para cumprir seu turno diário enquanto Amélia se preparava para deixar seu posto noturno. As duas colegas se revezavam no mesmo setor da pousada para idosos.
- Diz a verdade Amélia, por acaso destes uma medicação errada para o velho?
- Não! Disse Amélia nervosa.
- Coitado do seu Joaquim, eu gostava dele. A família está de ferias no Canadá, foi o que disse o diretor Horke e chegam hoje a noite.
O que ambas sabiam era que o "seu" Joaquim era muito rico, e que seus dois filhos praticamente o abandonaram na pousada, para saírem à gastar seu dinheiro pelo mundo.
Joana lembrava bem de um deles, o Valter, era quem mais vinha visita-lo, e só vinha por ser norma da própria pousada. "Abandono e contra a lei e todos os hospedes tem que receber visitas, pelo menos uma vez por mês, pois do contrário os familiares serão responsabilizados por abandono do idoso".
Então todos os meses vinha uma secretaria das empresas, para ver se estava tudo bem, e fazia os arranjos necessários, e a seguir despachava-se rapidinho...
O "velho" viera parar na pousada por ter ficado ferido gravemente num acidente automobilístico. Sua esposa morreu na hora, por ter ficado presa nas engrenagens do carro e Joaquim com sorte, conseguiu se livrar do cinto e sair do veiculo que acabou por se incendiar todo..
E Amélia continuava
- Lembro-me que ele ficou meses numa cadeira de rodas e quando melhorou, achou por bem ficar de vez na pousada, onde tinha tudo o que precisava e o mais importante, não estava sozinho.
Cuidar de gente não é tarefa fácil, mesmo quando se trata de um trabalho, pois não é simplesmente lavar uma roupa, limpar uma casa ou qualquer outra função. São pessoas cuidando de seus semelhantes, e é  muito difícil não se envolver, não desenvolver laços...
Amélia era a enfermeira mais antiga da pousada e tinha uma especial preferência pelo Joaquim que estava como residente há quase sete anos ali.
- Há cinco anos, era natal e houve um principio de incêndio no salão principal, as lampadinhas da árvore deram curto circuito. E de imediato quando perceberam todos trataram de correr logo, enquanto os enfermeiros corriam retirar os mais graves e buscar os extintores. Seu Joaquim ia saindo calmamente do recinto, pois ainda caminhava muito devagar. Ele ouviu um leve murmúrio e se voltou... Era Dona Isabel, lembra-se dela? Ela faleceu ano passado, pois ela estava muito perto da árvore e prendeu sua cadeira, não conseguia mover, a manta dela chegou a pegar fogo, acredita. Pois o seu Joaquim corajosamente foi lá e a retirou, salvando-a do "pior". Desde então nunca mais se largaram aqueles dois. Acho até que eram apaixonados, um pelo outro. Não admitiam publicamente, mas todos viam alguma coisa especial entre eles.
Mal contendo a emoção, as duas enfermeiras disfarçam suas lágrimas.
- O Seu Joaquim chorou muito sentido o falecimento de dona Isabel. "Mais uma vez, a morte me leva uma alegria”. Senti uma pena dele, um homem tão rico e, no entanto...
Sabe deu uma coisa Joana? A vida é tão fugaz, e parece muito sem razão... Eu vou ter que chorar hoje, pela morte do seu Joaquim.
-Eu entendo Amélia. E as duas abraçam-se, partilhando algum conforto.


 


14
Out18

LIVRE ARBÍTRIO, DESDE QUANDO?

Guerreira Xue
Olá escritores/leitores

É feriado eu sei, e todos vão para as ruas divertir-se, o que fazem muito bem, pois a vida não é só trabalho. Eu pessoalmente gosto do sossego, e de estar no meu canto, ler, ou tricotar, essas coisas que acalmam a alma, e deixa a mente livre para voar. Então trago-lhes hoje um texto que escrevi tem cerca de alguns anos, inspirado numa exposição, Máscaras, online de minha amiga Wan Laryukov.

  

 


Na busca incessante de sermos, vamos tropeçando, desde o nascimento naqueles que  já são, e que sutilmente nos convidam também à ser. E entre o peso do nome ou sobrenome, da origem e da sociedade que nos cerca, somos arrastados para aquilo que a maioria governa. E o que significa isso? Que somos produtos de culturas sociais vigentes, como se fôssemos alguma coisa, destinada a ser moldada.


Nascemos virgens, mas logo vão empanturrando-nos de informações até as orelhas. E ai crescemos cheios de orgulho e empáfia: "eu sou alguém, e sei tudo que é preciso para estar bem".


É quando temos todas as certezas do mundo sobre nós mesmos que, chega o fadado dia que alguém te sussurra:"Tire sua máscara, quero te ver realmente." Como assim?


Minha surpresa não podia ser maior; "és uma ingenua ou o que?"


Não demorou muito a seguir, e percebi. "Isso é uma máscara, e eu uso descarada e livremente!" E não tenho somente uma, são várias e para todas as ocasiões.


Então hoje vou ao espelho, e retiro esta ridícula máscara do riso fácil, pois como posso eu rir tanto diante de todas as misérias que assolam o mundo? Enquanto fico satisfeita com minha barriga cheia. Eu ignoro pessoas, que nunca conheci, que estão morrendo de fome e frio na mais absoluta miséria! Enquanto as guerras matam na Siria, Africa, ou Faixa de Gaza, e mesmo aqui no Brasil, que mata-se tanto ou mais que em todas elas. E é aqui, nesse momento, que começo a chorar sem parar. Uma tristeza mesmo.


"Outra máscara, caramba!"


Lembrei-me agora das antigas viúvas rezadeiras, que eram chamadas para chorar os mortos, como se o lamento de perda da família, não fosse suficiente para mostrar sentimento, então elas eram pagas para mostrar o quanto o falecido era bom.


Lembrei-me também do circo, onde o palhaço usa a máscara da lágrima, e ainda assim arranca gargalhadas do público, do político, que de bom moço para angariar simpatias sai beijando todo mundo, do socialista que mesmo tendo posses, junta-se a maioria que não tem nada, com seu discurso de solidariedade. Máscaras, tudo máscaras...


Quero tirar minhas máscaras, e quando tiro uma, vem uma outra e mais outra até que descubro que não sou dona de minha vontade, e que eu sigo regras políticas, religiosas, morais, sou simplesmente mais um produto social que está longe de ser livre, e ainda classificada na escala social, etnia, educação, dinheiro, religião, etc...


Máscaras à parte, concluo que, o livre arbítrio não existe, e se existe é um caminho para ser merecido, e porque não dizer, para ser conquistado.


 


#poesia #brasil #poetry #hildamilk #hilda #guerreiraxue #sãopaulo


 


.

  


 


 


 







13
Out18

MALBA TAHAN

Guerreira Xue

Bom dia escritores /leitores







Outro dia estava eu em férias, passeando pela biblioteca em Rosário do Sul, uma pequena cidade do interior do Rio Grande do Sul, e achei uma série de livros de Malba Tahan, um dos autores de minha infância, então resolvi escrever alguma coisa a respeito desse, que muito me influenciou com seus estudos e obras. 


 


        O escritor Malba Tahan, heterônimo de Júlio César de Mello e Souza é um brasileiro nascido no Rio de Janeiro em 06 de maio de 1895.

Júlio César não foi bom aluno de matemática no Colégio Pedro II: chegou a tirar dois em uma sabatina de álgebra e cinco em uma prova de aritmética. Criticava veementemente a didática da época que além de complicada era fatigante.


        Vocacionado para o magistério, concluiu o curso de professor primário na Escola Normal do antigo Distrito Federal e, depois diplomou-se em Engenharia Civil pela Escola Politécnica em 1913.


        Iniciou suas atividades profissionais como servente e auxiliar interino da Biblioteca Nacional, privilegiada oportunidade de conviver com milhares de livros. A sua carreira de professor começou nas turmas suplementares do Externato do Colégio Pedro II. Depois, assumiu a docência na Escola Normal. Lecionou para menores carentes. Tornou-se mais tarde catedrático do Colégio Pedro II, do Instituto de Educação, da Escola Normal da Universidade do Brasil e da Faculdade Nacional de Educação, onde recebeu o título de Prof. Emérito.


        Nas aulas, trabalhava com estudo dirigido, manipulação de objetos e propôs a criação de laboratórios de matemática em todas as escolas.


        Em seu depoimento no Museu da Imagem e do Som, Júlio César admitiu não dar zeros: Por que dar zeros, se há tantos números? Dar zero é uma tolice.



      Em 1919 Júlio César, depois de tentar inutilmente publicar alguns artigos seus, no jornal O Imparcial onde trabalhava, convenceu o editor a publicar os artigos de um certo R. S. Slade, que, segundo ele, estava fazendo enorme sucesso nos Estados Unidos. O primeiro de todos os artigos publicados com o pseudônimo R.S. Slade foi A vingança do Judeu. Entre 1918 e 1925, Júlio César estudou árabe, leu o Talmude e o Corão, estudou História e Geografia do Oriente e, combinado com Irineu Marinho, do jornal A NOITE, criou o personagem  Ali Iezid Izz-Eduim Ibn Salim Hank Malba Tahan.


O curioso é que Júlio César só saiu do Brasil para visitar Lisboa, Montevidéu e Buenos Aires: jamais esteve no Oriente, jamais viu um deserto!


        Com o pseudônimo de Malba Tahan publicou cerca de 56 livros. Sua obra é bastante diversificada: trata de matemática, didática, contos orientais, contos infantis, teatro, moral religiosa, temas brasileiros, etc. O livro preferido de Malba Tahan era a Sombra do Arco-íris, mas, o seu livro mais famoso é O Homem que Calculava que conta a história de um árabe que usa a matemática para resolver qualquer tipo de problema. A obra foi premiada pela Academia Brasileira de Letras.


        Durante seus quase oitenta anos ministrou cursos e ministrou mais de duas mil palestras para professores e estudantes, especialmente normalistas. Em 1954 esteve em Fortaleza proferindo palestras no Colégio Militar, no Instituto de Educação e no Clube Líbano.


        Julio César foi ainda apresentador de programa nas rádios Nacional, Clube e Mairynk Veiga do Rio e da TV Tupi (Rio) e Canal 2 (atual TVC - São Paulo).


        O Brasil não tem feito justiça ao grande matemático, infelizmente. Seu livro mais famoso, o Homem que Calculava, que já ultrapassou a 45ª edição, vendeu mais de dois milhões de exemplares, foi traduzido para o alemão, o inglês, nos Estados Unidos e na Inglaterra, o Italiano, o espanhol e o catalão. O Homem que Calculava é indicado como livro paradidático em vários países, citado na Revista Book Report e em várias publicações do gênero.


        Malba Tahan ocupou a cadeira número 8 da Academia Pernambucana de Letras, é nome de escola no Rio de Janeiro. A homenagem mais importante foi prestada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro instituindo o dia do matemático na  data de seu nascimento, dia 06 de maio.


        O escritor morreu no dia 18 de junho de 1974 em Recife Pernambuco, mas nos deixa um legado incalculável.


        Deixo-vos aqui o link da bibliografia completa desse que é um dos maiores escritores brasileiros, e que povoou a minha infância com suas obras fantásticas.


Abraços e até mais. :) 


 


  www.malbatahan.com.br/bibliografia_completa.php



 









13
Out18

THE DRABBLE

Guerreira Xue

Olá escritores/leitores.


 


Depois de alguns dias de ausencia, retorno agora cheia de vontade de escrever.


Já ouviram falar do Drabble?


O conceito tem origem no fandom de ficção científica no Reino Unido, na década de 1980, o formato de 100 palavras foi criado pela SF Society da Universidade de Birmingham, que se apropriou do termo do livro de 1971 do Monty Python. No livro, "Drabble" foi descrito como um jogo de palavras em que o primeiro participante que escreve um conto é o vencedor.


A fim de tornar o jogo possível no mundo real, foi acordado que 100 palavras seriam o suficiente.


Entre os escritores de ficção científica publicados que têm escritos drabbles incluem Brian Aldiss e Gene Wolfe  (ambos contribuíram para "O Projeto Drabble") e Lois McMaster Bujold (cujo conto Cryoburn termina com uma sequência  de cinco drabbles, cada uma contado do ponto de vista de um personagem diferente), muito bom isso.


Fui apresentada a esta modalidade a cerca de dois anos por uma escritora portuguesa que vive em EUA, e confesso que a principio achei um pesadelo, pois era difícil coincidir exatamente 100 palavras, mas quando aconteceu fiquei fascinada pelo conceito, e como sou daquelas que faz e prova, ai estão alguns exemplos.



Noite Escura



Ai que minha barriga ronca, que não me deixa dormir e como ela, a minha cabeça põe-se a rodar. Amanhã cedinho vou me embora deste lugar. Deixo para trás a seca que devora esta terra, e talvez encontre uma mesa para me servir. Quero matar esta coisa que me consome.Óh fome, deixa-me dormir!
Amanhã de manhãzinha na hora que o galo cantar lá longe, tenho uma jornada para seguir. Não deixa meu Deus, que eu morra dormindo. “Ó João tu me acorda se o diabo do galo não cantar?”
Amanhece, e aos gritos João não consegue fazer o menino acordar.


O Jardim Sem Cor


Tudo estava triste e vazio, era como tivessem se esquecido de acender a luz.
Elise não tinha braços, mas tinha olhos, e sabia compreender que isso não era tudo.“Como vou fazer?”
Sim, como ela ia fazer se, não tinha braços? “Vou gritar.” Ela podia gritar sim, mas ainda não resolvia.
Andou até a janela, abriu-a com o pé e a luz entrou. “Ainda sem cor.”
Elise pegou no pincel com a boca, aproximou-se da tela, e começou a pintar. Chamou sua mãe para olhar, e orgulhosamente disse: _Agora sim a primavera vai voltar.
E Elise não parava de pintar.


 


*Espero que tenham gostado do Drabble, porque para mim cada um destes trouxeram-me ideias para novos livros.


Um grande abraço e até a próxima. :)


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02
Out18

NO SILÊNCIO DA HORA NASCE A POESIA

Guerreira Xue

É com muita satisfação que convido a todos (as), para o evento de lançamento do meu novo livro de poesias de nome "No silêncio da hora nasce a poesia" pela Editora Matarazzo.
Nesse dia serão disponibilizados 50 exemplares autografados.
O evento de lançamento acontecerá no museu da Santa casa de São Paulo, um espaço espetacular, acompanhado de boa música e outros escritores e outros livros. Espero vocês!


Endereço e hora do evento:


R. Dr. Cesário Mota Júnior, 112 - Vila Buarque, São Paulo - SP, 01221-020


03:00pm- BR


 


 


Contato para reservas antecipadas; 


https://www.facebook.com/EditoraMatarazzoSP/


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Livro_Hilda_Milk (1).jpg


 


 

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